Cantor morre após ser baleado no Centro Histórico de João Pessoa

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Um cantor foi assassinado na madrugada deste sábado (7), após fazer uma apresentação no Centro Histórico de João Pessoa. Segundo informações da polícia, Pablo Roberto de Lima Santos, conhecido como Pablo Scobá Dub, estava chegando no carro onde estavam a esposa e um casal de amigos, quando dois homens, sendo um deles armado, tentavam realizar um assalto. Pablo teria questionado sobre o que estava acontecendo e um dos suspeitos atirou contra ele.

Antes do show, o cantor fez postagem nas redes sociais convidando para a apresentação da noite da sexta.

Segundo o delegado plantonista da delegacia de Homicídios de João Pessoa, Paulo Josafá, o caso está sendo tratado como latrocínio. A vítima foi atingida na região do coração e chegou a ser levada para o Hospital de Emergência e Trauma da capital, mas não resistiu ao ferimento e morreu.

“Ele estava chegando no carro e viu os dois homens abordando a esposa dele e os amigos. Então, ele perguntou o que estava acontecendo ali. Foi quando o homem que estava armado atirou nele”, informou o delegado.

Ainda segundo o delegado, nenhum outro ocupante do carro ficou ferido e os dois suspeitos do crime fugiram. Pablo tinha 34 anos e era natural do Rio de Janeiro, mas morava na Paraíba. Ele havia feito uma apresentação no Casarão 39, na festa ‘Baile de Favela’.

O caso foi registrado por volta de 1h30. Até as 8h deste sábado a polícia ainda não tinha identificado os responsáveis pelo crime.

Além de cantor, Pablo era compositor e ativista da cultura Hip Hop. Ele inicou as atividades musicais ainda na década de 1990 e passou por bandas como Reação da Periferia e Esquadrão 38.

Vigilante assassinado
No bairro de Cruz das Armas, em João Pessoa, um homem que trabalhava como vigilante foi assassinado por volta das 19h da sexta-feira (6). Segundo a polícia, dois homens a pé, se aproximaram da vítima, efetuaram disparos de arma de fogo e roubaram a arma do vigilante. O caso aconteceu em frente a um mercadinho e, até as 8h, os autores do crime não tinham sido identificados. Segundo o delegado Paulo Josafá, o caso está sendo tratado como latrocínio.

G1
Foto: Facebook